segunda-feira, dezembro 11, 2006

BRASIL PELOS DEDINHOS - Mis deditos por Brasil







Ilustrações para o livro Brasil pelos dedinhos,
da pianista Luna Remer.
O livro trás partituras de autoria da pianista e textos que falam sobre as cinco regiões do Brasil.
A obra busca iniciar as crianças no mundo musical com muita
brasilidade. E a tarefa foi traduzir isso tudo na forma de desenhos que ilustram essa viagem pelo Brasil.

Acompanha CD com interpretação das músicas pela pianista
Eudóxia de Barros.
À venda nas livrarias Curitiba.




sábado, novembro 25, 2006

Exemplo de Comunicação










De repente uma placa destas
pode ajudar!

Deus está nos detalhes
























































































quarta-feira, setembro 06, 2006

As canetas são doendes

Incrível!
Um segundo atrás a caneta estava do meu lado!

Há quem diga que todas as minhas coisas são doendes.

terça-feira, agosto 15, 2006

Artigo

“os discursos predominantes a respeito do que a vida deve ser têm se empobrecido gradativamente à medida que se apóiam cada vez menos em razões filosóficas e cada vez mais em razões de mercado“.

Maria Rita Kehl


Citação usada no artigo: As velhas e novas Máscaras do Arquiteto
de Francisco Lauande


http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq062/arq062_00.asp

domingo, agosto 13, 2006

Meninos do Brasil

Artigo de janeiro/2002 de Fernando Serapião sobre
os jovens arquitetos do Brasil.

http://www.arcoweb.com.br/debate/debate23.asp

sábado, agosto 12, 2006

Paulo Mendes da Rocha




















"Esse é o discurso da arquitetura. Não é se é branco, azul, se está na moda ou não está na moda. Vamos ver o que é fora de moda: é você ficar sentado dentro de uma máquina de 700 quilos sem conseguir andar na marginal convencido de que é um privilegiado."

"Portanto o metrô não é como transportar laranja em fábrica de suco, não é que ele transporta multidões com eficiência. Ele assegura a tranqüilidade de quem mora ali."

"E o que está se vendo é que as crianças estão sendo educadas desatentas. Só de você ir para a escola de automóvel com chofer, você já está frito para o futuro. E quem vai a pé vê tudo. As estações do ano, a época mais difícil com chuva, como é que passa o bonde ou não passa o bonde, do que é feito o bonde..."

"O [Vilanova] Artigas, esse meu professor e professor de todos nós ilustríssimos, outro arquiteto que tem uma obra que o mundo inteiro hoje admira e conhece, dizia: 'a cidade é como a casa é a casa como a cidade'."

"É mais fácil você imaginar uma cidade para todos do que só para alguns. Como você faria para alguns? Alguns quem, cara pálida? Já pra todos fica muito fácil: o chão livre, comércio, diversões, cinemas, teatros, as habitações mais em cima, alguns prédios para exercer as atividades de escritórios, como se diz. Fábricas, isso e aquilo. O trem - a fábrica não existe sem o trem, o operário precisa de transporte -, você sabe como desenhar o metrô, etc. etc. Água podre mata todo mundo, tem que preservar os rios. Se há casas e esgoto temos que fazer estações de tratamento de esgoto. Já se sabe tudo. Portanto tudo o que nos falta é porque maliciosamente foi negado."

"É preciso saber já que também nós achamos que não é necessário um paraíso terrestre, uma natureza virgem para você sonhar a cidade. Talvez mais interessante dentro dessa consciência de hoje é imaginar uma cidade que corrige o erro já feito. A São Paulo do futuro em cima dos seus escombros corrigidos com técnicas adequadas, como a poluição dos rios, a reversão do sistema de transporte, entre um sistema individual - o automóvel, que não anda nada - e um transporte eficiente, seja o metrô ou seja o que for, é um desafio interessantíssimo."

Trechos da entrevista colhida no site:http://arquitetura.abril.ig.com.br/paulomendes
Reportagem: Luciana Benatti
Foto: Marcelo Min

sábado, julho 29, 2006

Ensaio

Relações

sexta-feira, junho 23, 2006

Palavras do Dr. Lúcio














Há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites-máximo e mínimo- determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa-cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher [...] entre duas ou três soluções possíveis e tecnicamente válidas, aquela que não desafine-antes, pelo contrário, melhor contribua com sua parcela mínima para a intensidade expressiva da obra total.

Lúcio Costa
(Trecho retirado do livro Lucio Costa um modo de ser moderno.)

sexta-feira, junho 09, 2006

Bom apetite




















Talheres desenhados por Alvaro Siza.

Força e Equilíbrio















Força é uma ação capaz de colocar um corpo em movimento, de modificar o movimento de um corpo e de deformar um corpo.
Uma força é formada pelos seguintes elementos:
- ponto de aplicação: é a parte do corpo onde a força atua diretamente. - sentido: é a orientação que tem a força na direção (esq, dir, cima, baixo); - direção: é a linha de atuação da força (hor, vert, diag.); - intensidade: é o valor da força aplicada.

Equilíbrio s.m. Estado de repouso de um corpo solicitado por várias forças que se anulam. / Posição estável do corpo humano. / Exibição acrobática. / Ponderação, calma, prudência: equilíbrio de espírito. / Fig. Justa combinação de forças, de elementos: equilíbrio político. // Equilíbrio orçamentário, concordância das receitas com as despesas previstas no mesmo orçamento. // / V. também EQUILÍBRIO ECOLÓGICO. // Equilíbrio econômico, situação de um país ou de um grupo de países caracterizada pela igualdade entre a massa de rendas disponíveis para o consumo e a quantidade de produtos e de serviços postos à disposição do consumidor. // Equilíbrio instável, equilíbrio em que um corpo, afastado de sua posição, se põe em equilíbrio em uma posição diferente. // Equilíbrio estável, equilíbrio em que tende a voltar à posição de equilíbrio o corpo levemente dela deslocado. // Perder o equilíbrio, pender para um lado ou para o outro, caindo.

quarta-feira, junho 07, 2006

Um pouco de Amilcar de Castro

Dou o ponta pé inicial deste espaço com uma recomendação de site.
www.amilcardecastro.org





















"O que caracteriza um artista é ele olhar para dentro de si mesmo.
Toda experiência em arte é um experimentar-se, é a experiência de si mesmo, é uma pesquisa em você mesmo. Você não pode fazer experiências com os outros. Este silêncio do olhar para dentro à procura da origem das coisas é que é o grande problema da arte.
Procurando a origem você fica original, e não, querendo fazer uma coisa diferente. É por isso que eu acho que criar está junto com viver, que a arte e vida são a mesma coisa. "

Amilcar de Castro