
Pessoal,
Não sei se viram a matéria que saiu na ilustrada da Folha.
Gringos reforçam arquitetura de SP.
Trata-se do pouso em terras Brazucas – São Paulo - do escritório com sede em Nova York, ABB Aedas.
No post anterior, publiquei um link com o ranking dos cem maiores escritórios do mundo, onde figura o Aedas com faturamento de 18,6 milhões de dólares, só em projetos de Cultura (Teatro e museus).
De acordo com a matéria, os gringos ficaram animados com a tal internacionalização da arquitetura Brasileira, marcada com a vinda de Siza, com seu recém inaugurado, Museu Iberê Camargo/RS; Christhian de Portzamparc – com a construção a la brasileira da Cidade da Música/RJ – ; a famigerada contratação de Herzog & De Meron para o projeto do Teatro de Ópera e Dança na cracolândia, bem como, as investidas internacionais de nosso Priztker PMR. Se bem que o Aedas já vinha roncando a cuíca por estas bandas, com a realização de alguns projetos; em Guarulhos, Sorocaba e Campinas.
Quem irá pilotar a firma gringa por aqui é a arquiteta Anna Julia Dietzsch, brasileira, da FAUUSP, que diz sobre um projeto do Aedas para torres residenciais em São Paulo:
” Queremos uma área permeável e aberta para a cidade, não será um dos condomínios típicos de São Paulo.” Bonito!
Ah, quem ilustra a matéria é o escritório franco-braileiro Triptyque, como exemplo de atuação gringa na terra da garoa.
E nesse clima um tanto melindroso de globalização arquitetural no Brasil, vem a calhar o que Dr. Lúcio escreveu em, Registro de uma vivência:
”Recusar subserviência, inclusive cultural, mas absorver e assimilar a inovação alheia.”
É isso aí, " deixa o zóme trabalhá".
Um comentário:
Concordo plenamente com o Lúcio...E claro, sempre tem um Brazuca infiltrado nessas firmas grandes...Bom para todos nós!!
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